Lamentável o que está acontecendo hoje, na ALERJ. Cabral quer aprovar de qualquer maneira o projeto para passar a administração da saúde para organizações sociais. Para evitar pressão sobre os deputados, o presidente da ALERJ mandou chamar o Batalhão de Choque e o prédio foi cercado para que a população não pudesse ter acesso às galerias na hora da votação.
Vejam a alegação de Paulo Maria Mole, em nota oficial onde justifica que chamou a PM, mas foi para proteger os funcionários e o patrimônio público: “...a presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) se viu obrigada a convocar o Batalhão de Choque da Polícia Militar para garantir a segurança de seus funcionários e um dos patrimônios históricos do estado, o Palácio Tiradentes.”
Já houve tumulto porque a PM para afastar os servidores da saúde que foram acompanhar a votação usou spray de pimenta. É assim que o povo é tratado e olha que a ALERJ é chamada de “a casa do povo”. Mas pelo jeito só do “povo de Cabral”.
Também chamaram o BOPE. Vai ver consideram os servidores da saúde e os bombeiros grave ameaça à segurança pública do Estado. Mas é bom tomar cuidado. Lembrem que foi o BOPE, por ordem do coronel Mário Sérgio, que entrou atirando e jogando bombas no quartel dos Bombeiros, por sorte não terminou numa tragédia maior.

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