Cerca de 50 profissionais da área de saúde, entre eles médicos e enfermeiros de várias Unidades Básicas de Saúde (UBSs), participaram nesta terça-feira (16), na Faculdade de Medicina de Campos (FMC), de um curso de capacitação para diagnóstico e tratamento da hanseníase nos postos, ministrado para várias cidades da região Norte Fluminense por uma equipe da Secretaria Estadual de Saúde. O trabalho é mais uma etapa da descentralização dos serviços na saúde, após o Programa Municipal de Prevenção à Hipertensão e Diabetes (Hiperdia) e as consultas do Climatério, que deixaram de ser feitas apenas no Centro de Referência e Tratamento da Mulher (CRTM).
A previsão do Superintendente de Atenção Básica, Roberto Vogel, é que o atendimento esteja em pleno funcionamento em 10 UBSs pilotos, entre elas, a de Morangaba, Jóquei Clube, Cantinho da Saúde, Farol de São Thomé, Saturnino Braga, Parque Prazeres, Parque Eldorado, Dores de Macabu e Morro do Coco, até o final do mês de setembro, com previsão para todas as unidades em pouco tempo.
Diagnóstico precoce - O Superintendente de Saúde Coletiva, Charbell Kury, explica esta descentralização é um compromisso do governo em aumentar a oferta de atendimento e captar casos da doença ainda no começo. “A hanseníase em estado avançado deixa sequelas neurológicas graves. O diagnóstico e tratamento precoce nas UBSs vão evitar danos mais severos e a atuação do agente comunitário na busca ativa da doença também vai ser muito importante para o município. Assim, o Centro de Referência vai atender os casos mais graves”, acrescentou o superintendente.
Para o coordenador do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, o médico Edilbert Pellegrini, essa descentralização vai facilitar o acesso do diagnóstico e tratamento da doença. “Inicialmente médicos e enfermeiros passaram pela capacitação, na próxima semana serão os agentes comunitários de saúde e técnicos de enfermagem. Em um mês deve acontecer o treinamento prático”, lembra, ressaltando que o programa trata cerca de 200 pacientes/mês, distribuindo medicamento gratuito.
A previsão do Superintendente de Atenção Básica, Roberto Vogel, é que o atendimento esteja em pleno funcionamento em 10 UBSs pilotos, entre elas, a de Morangaba, Jóquei Clube, Cantinho da Saúde, Farol de São Thomé, Saturnino Braga, Parque Prazeres, Parque Eldorado, Dores de Macabu e Morro do Coco, até o final do mês de setembro, com previsão para todas as unidades em pouco tempo.
Diagnóstico precoce - O Superintendente de Saúde Coletiva, Charbell Kury, explica esta descentralização é um compromisso do governo em aumentar a oferta de atendimento e captar casos da doença ainda no começo. “A hanseníase em estado avançado deixa sequelas neurológicas graves. O diagnóstico e tratamento precoce nas UBSs vão evitar danos mais severos e a atuação do agente comunitário na busca ativa da doença também vai ser muito importante para o município. Assim, o Centro de Referência vai atender os casos mais graves”, acrescentou o superintendente.
Para o coordenador do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, o médico Edilbert Pellegrini, essa descentralização vai facilitar o acesso do diagnóstico e tratamento da doença. “Inicialmente médicos e enfermeiros passaram pela capacitação, na próxima semana serão os agentes comunitários de saúde e técnicos de enfermagem. Em um mês deve acontecer o treinamento prático”, lembra, ressaltando que o programa trata cerca de 200 pacientes/mês, distribuindo medicamento gratuito.

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